Eu amo almoçar fora. É verdade! Especialmente com excelentes companhias como as melhores amigas que a gente pode conquistar na vida - uma extremamente sincera, direta e (quase sempre) forte e decidida; outra maravilhosamente carismática, delicada e (quase sempre) fujona. Vanessa e Clarissa, este post é pra vocês!
Pensando bem, relendo o início do parágrafo anterior, acho que deveria recomeçar. A melhor expressão seria: eu sou uma gulosa insaciável que adora almoçar, jantar, lanchar e comer qualquer coisa, fora ou dentro de casa, com ou sem boa ou má companhia. Sim, eu sou gulosa, eu amo comer, adoro comida e estou - SIM! - bem fora de forma (ou em forma de bola, se preferirem). Mas o badejo com molho de catupiry e camarões empanados com brócolis, arroz à grega e batata frita estava simplesmente DIVINO!
Estou com meus triglicérides elevadíssimos - mais do que o dobro do limite indicado nos exames. Meu colesterol também não me dá um tempo. Preciso malhar - de alguma forma diferente do que praticar levantamento de copo e garfo -, necessito de dieta e, mais do que tudo, de um pouco (muito) mais de força de vontade. De resto, minha saúde está perfeita - fiz uma infinidade de exames para poder assumir no concurso público que não vou assumir porque vou mudar de cidade e está absolutamente tudo OK. Então, perdoem-me pelo deslize, mas, mais uma vez, o badejo com molho de catupiry e camarões empanados com brócolis, arroz à grega e batata frita estava simplesmente DIVINO! Pelo menos só tomei água com gás para acompanhar a refeição. (Tá, tá bom, teve uma coca-cola nada-light no fim pra poder adoçar a boca.)
De uma forma ou de outra, achei simplesmente uma delícia sair com "as meninas" - elas de novo! - e conversar horas a fio despretensiosamente. Eram bons os tempos em que nos víamos todos os dias e conversávamos horas por telefone. Papai e mamãe não gostavam tanto assim, pois as contas vinham quilométricas... Mas, oras, minhas lembranças não querem saber de contas ou do que papai e mamãe achavam. Basta reavivar a memória - que insiste em sempre querer fugir de mim - para me perder nas inúmeras divagações adolescentes que fazíamos. Meu Deus, como as pessoas sobrevivem à adolescência???
Éramos felizes, tínhamos tudo que queríamos - ou pelo menos bem mais do que precisávamos - e mesmo assim vivíamos reclamando das coisas. Era o garoto do 2º B que não dava moral, era o professor de matemática que não compreendia nossa ânsia em conversar durante a aula, era a ausência da maioridade para podermos sair, era a música do Green Day que nos fazia lembrar saudosas as férias passadas... Meu Deus, como sobrevivemos à adolescência?
É, sobrevivemos. E já entramos (quase todas) na casa dos -inta. E quer saber? Até que é bom!
A chuva
Há uma semana

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